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IM: Aviso amarelo em 11 distritos devido a chuva e vento |
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07-Set-2010 |
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Com a descida de temperatura e a chegada da chuva e do vento forte, o Instituto de Meteorologia (IM) colocou 11 distritos sob aviso amarelo, enquanto que a Região Autónoma da Madeira continua com temperaturas elevadas.
Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco e Portalegre são os distritos sob aviso amarelo. Contudo, no arquipélago da Madeira, as temperaturas continuam elevadas, com a previsão de 28ºC, um valor superior à média registada na região nesta altura do ano. O norte e centro interior de Portugal estão sob alerta amarelo, o terceiro aviso mais grave numa escala de quatro, logo é arriscado efectuar actividades que dependam das condições meteorológicas. As previsões meteorológicas para as regiões norte e centro são de céu geralmente muito nublado, com períodos de chuva que pode ser forte. Já na região sul, prevê-se períodos de céu muito nublado, com ocorrência de precipitação fraca. O IM prevê igualmente uma descida da temperatura máxima, com 24ºC em Castelo Branco, máxima de 22ºC em Portalegre, 21ºC para Coimbra, 20ºC em Viana do Castelo, Braga e no Porto, 18ºC em Vila Real e em Bragança, Viseu com 17ºC e 16ºC para Guarda. |
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Incêndios: Apesar da descida de temperatura 6 distritos estão sob aviso de risco máximo |
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07-Set-2010 |
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Apesar da descida da temperatura em quase todo o país, o Instituto de Meteorologia (IM) colocou alguns concelhos de seis distritos sob aviso de risco máximo de incêndio.
Este aviso de risco máximo de incêndio para o dia de hoje está activo para os distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro. De acordo com a informação disponibilizada no portal da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) foram registados, ontem, segunda-feira, 80 incêndios florestais, os quais foram combatidos por 977 bombeiros, apoiados por 239 veículos e cerca de 50 meios aéreos. |
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Portalegre e Beja com apenas um hipermercado a abrir aos domingos e feriados |
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07-Set-2010 |
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Portalegre e Beja são os distritos com menos hipermercados autorizados a abrir aos domingos à tarde e aos feriados, segundo noticiou hoje o Jornal I.
A nova lei só vai afectar 6,4% estabelecimentos, sendo que em Portalegre e Beja apenas um hipermercado está autorizado a abrir. Apesar dos protestos, a Direcção-Geral das Actividades Económicas revelou que só uma minoria dos estabelecimentos é obrigado a encerrar, no entanto segundo o jornal estes representam um terço das lojas. Assim, os distritos com mais hipermercados autorizados a abrir portas ao domingo à tarde e feriados são Lisboa e Porto, com 49 e 39 respectivamente.
De acordo com o diário I, o impacto desta lei no emprego também está em discussão, pois segundo a Confederação do Comércio e Serviços (CCS), o alargamento do horário "não se traduz no aumento do emprego”. |
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IV Dia Robinson comemora-se para a semana |
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07-Set-2010 |
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A Fundação Robison comemora pela quarta vez o seu dia e o aniversário do nascimento de George Wheelhouse Robinson, na próxima sexta-feira, dia 17 de Setembro.
O evento começa às 15h00, no centro de congressos dos Paços do Conselho, com o Seminário Património Arqueológico Industrial, “Fábricas, Patrimónios, Museus”, inserido no “Programa de Acção de Portalegre, Parcerias para a Regeneração Urbana”. Ás 17h00 vai efectuar-se uma visita à fábrica Robinson, onde de seguida vão ser apresentadas as publicações da fundação intituladas “Famílias inglesas e a economia de Portugal”. “Tempo Régio: 80 anos da chegada de José Régio a Portalegre” também pertence ao cartaz das comemorações. Para finalizar esta iniciativa, o Centro de Artes e Espectáculos vai ser palco das actuações do Rancho da Boavista, da Banda Euterpe e do Grupo de Cantares “O Semeador”. |
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Ponte de Sor: Dyn'Aero entrou em insolvência - (jornal Público) |
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06-Set-2010 |
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A empresa Dyn'Aero Ibérica, fabricante de aviões ligeiros de nova geração, sediada em Ponte de Sor, entrou em insolvência, noticia hoje o jornal Público. Segundo o matutino, a empresa instalada naquela cidade alentejana desde 2001, recebeu 1,7 milhões de euros da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), para desenvolver um projecto inovador para construir um avião completo. O grupo francês preparava-se agora para receber um novo fundo, desta vez da Agência da Inovação. Considerada empresa inovadora, com projectos badalados (como a construção de um avião com componentes em cortiça), a Dyn'aero viu-se obrigada a requerer a insolvência ao Tribunal do Comércio de Lisboa, alegando "que não tem meios financeiros suficientes para proceder ao pagamento das obrigações vencidas", lê-se na sentença judicial de 26 de Agosto. O grupo já tinha recorrido ao lay-off, suspendendo temporariamente 60 trabalhadores, mas a medida não terá sido suficiente para sanar as dívidas. O grande credor é o Estado, através da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), que "apoiou o projecto com uma verba de três milhões de euros", dos quais apenas 1,7 milhões foi pago, porque a empresa começou a não cumprir os objectivos, disse o presidente da AICEP, Basilio Horta. Os incentivos pressupunham o cumprimento dos requisitos contratualizados. Como não os cumpriu na totalidade, a Dyn'aero foi instada a devolver parte do dinheiro (cerca de 1,2 milhões de euros) e terá sido esse facto que desencadeou o pedido de insolvência. A fabricante francesa solicitou a insolvência com vista à recuperação. "A requerente pediu que lhe seja entregue a administração da massa insolvente (...) e comprometeu-se a apresentar um plano que preveja a continuidade da exploração da empresa por si própria", refere a sentença. No entanto, o presidente da AICEP não está optimista, afirmando que tem dúvidas que a recuperação da empresa seja possível. Se os credores decidirem liquidar a empresa, a AICEP não será a única entidade a ressarcir. A Dyn'aero também recebeu apoios do Fundo Social Europeu (que reclama dívidas de 370 mil euros) e falhou pagamentos, ainda que mais residuais, a fornecedores.
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