foto1.pngfoto3.jpgfoto4.pngfoto6.jpg

alentejo2020

Covid-19: Governo confirma que vai haver novo confinamento

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto que diz "PORTUGUESA XXIIGOVERNO RESIDÊNCIA OFICIAL DO PRIMEIRO- -MINISTRO REPÚBLICA PORTUGUESA XXIIGOVERNO IRO-MINISTRO REPÚBLICA PORTUG RESIDÊNCIA OFICIAL DOPRIMEIRO-MINISTR REPÚBLICA PORTUGUESA XXIGOVERNO"

O Governo confirmou este sábado que vai mesmo implementar um novo confinamento no país. O anúncio foi feito esta tarde pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, após terem terminado as reuniões do primeiro-ministro, António Costa, com os partidos com assento parlamentar.

 

"Aquilo que podemos destacar destas audições é um grande consenso de que, face aos números que temos verificado, é de facto necessário tomar medidas adicionais", sublinhou a ministra numa conferência de imprensa em São Bento.

"Aquilo que faremos é um confinamento muito próximo daquele que aconteceu nos meses de março e abril, garantindo, em princípio, que não fecharemos nada que não tivesse sido fechado. Portanto, a agricultura, a indústria, a distribuição continuarão a funcionar para garantir que os bens essenciais dos portugueses não faltarão", disse Mariana Vieira da Silva.

A governante ressalvou que se a decisão de endurecer as medidas restritivas para combater a pandemia tivesse sido tomada há uma semana, teria sido tomada com "informação incompleta". "Foi por isso que adiámos por uma semana e é fundamental ouvir na terça-feira os peritos", acrescentou, numa alusão à reunião do Infarmed.

A ministra da Presidência frisou que "assim que a Assembleia da República aprovar o novo decreto de Estado de Emergência, o Conselho de Ministros reunirá imediatamente para tomar estas decisões".

De seguida, Mariana Vieira da Silva fez uma advertência aos portugueses, pedindo que se protejam.

"Não é necessário ficarmos à espera que saia um novo decreto quando sabemos que, face a estes números, é nossa obrigação protegermo-nos, reduzirmos ao máximo os nossos contactos ao essencial, e sabermos que, num momento em que há mais pessoas infetadas, também cresce o risco de cada um de nós nos infetarmos", constatou a ministra.

O Governo deve contar com o apoio da maioria parlamentar para ser aprovado um novo confinamento no território português.