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Portalegre:presidente da Jerónimo Martins Agroalimentar assegura salvaguarda de postos de trabalho da Serraleite

O presidente da Jerónimo Martins Agroalimentar, António Serrano, adiantou hoje que a fábrica destinada à transformação de leite, que o grupo vai construir em Portalegre, deverá começar a laborar no primeiro trimestre de 2017.

António Serrano explicou que a cooperativa Serraleite, com sede em Portalegre, e que também se dedica à produção de leite, terá uma participação no capital da nova fábrica, assegurando que os cerca de 70 postos de trabalho da empresa estão salvaguardados.

O mesmo responsável revelou que a nova fábrica, com uma capacidade de produção três vezes superior à Serraleite, vai criar 40 postos de trabalho diretos, prevendo-se que os indiretos sejam em maior número.

Em declarações aos jornalistas no final da cerimónia de assinatura dos protocolos para a instalação da nova unidade na zona industrial de Portalegre, António Serrano, esclareceu que a Serraleite vai continuar nas atuais instalações, tendo como função assegurar o abastecimento da futura fábrica ao nível da matéria-prima.

O presidente da Jerónimo Martins Agroalimentar explicou, ainda, que o grupo optou por realizar este investimento em Portalegre “na sequência da relação de parceria de negócio” que mantêm desde há cinco anos com a cooperativa Serraleite. 

A cerimónia de assinatura dos protocolos contou com a participação da representante do Grupo Jerónimo Martins, Ana Luísa Virgínia, que explicou que o grupo optou por realizar este investimento em Portalegre devido à parceria de negócio” que mantêm há cerca de cinco anos com a Serraleite. 

A Serraleite esteve representada pelo presidente da direção da cooperativa, José Manuel Pinheiro, que considerou a construção de uma nova fábrica de transformação de leite, em Portalegre, “um prémio” para a empresa.

A presidente da Câmara de Portalegre, Adelaide Teixeira, por seu turno, considerou o investimento do grupo Jerónimo Mastins em Portalegre como “essencial para a sustentabilidade futura do setor leiteiro e para a criação de um verdadeiro cluster do leite e derivados no Alto Alentejo”.

Gabriel Nunes/Carla Aguiã